Normas para a Avaliação em Matemática Escolar
NCTM, 1995 (tradução: APM)

 

Principais mudanças nas práticas de avaliação

 

Em direcção a: Deixando para trás:
Avaliar todo o poder matemático dos alunos Avaliar apenas o conhecimento dos alunos sobre factos específicos e destrezas isoladas
Comparar o desempenho dos alunos com os critérios estabelecidos Comparar os desempenhos de uns alunos com os outros
Apoiar os professores e confiar nas suas apreciações informadas Estabelecer sistemas de avalação "à prova de professores"
Tornar o processo de avaliação público, participado e dinâmico Desenvolver um processo de avaliação secreto, exclusivo e rígido
Proporcionar aos alunos múltiplas oportunidades para demonstar todo o seu poder matemático Restringir os alunos a uma forma única de demonstrar o seu conhecimento matemático
Desenvolver uma visão partilhada sobre o que deve, e como deve, ser avaliado Desenvolver a avaliação isoladamente
Utilizar os resultados da avaliação para garantir que todos os alunos tenham oportunidade para atingir o seu potencial Usar a avaliação para filtrar e negar aos alunos a oportunidade de aprender matemática
Integrar a avaliação com o currículo e com o ensino Tratar a avaliação como independente do currículo e do ensino
Basear as inferências em fontes múltiplas de evidência Basear as inferências em fontes de evidência restritas ou única
Encarar os alunos como participantes activos no processo de avaliação Encarar os alunos como objectos de avaliação
Entender a avaliação como um processo contínuo e recorrente Encarar a avaliação como esporâdica e conclusiva
Responsabilizar todos os interessados na aprendizagem da Matemática pelos resultados da avaliação Responsabilizar apenas alguns pelos resultados da avaliação