Educação e Matemática
n.º 52 (p.25-28), APM, 1999
Investigações e relatórios, temos muito que aprender!, A. Correia

(…) A proposta foi aceite, embora o problema do peso que teria na avaliação final ficasse por resolver. (…) a classificação do trabalho seria qualitativa, avaliando globalmente a parte escrita e oral. (…) Seria justo não contabilizar com mais peso o entusiasmo e empenhamento que os alunos tinham demonstrado na realização dos trabalhos? (…) Eu tinha explicado que era uma experiência, que só iria servir para arredondar a classificação. (…) A avaliação dos trabalhos foi mais formativa do que sumativa. (…) Ficou-me sempre a impressão de injustiça por não contabilizar devidamente na avaliação final o empenhamento dos alunos nesta actividade.