Práticas de avaliação

 

Em direcção a:

 

Deixando para trás:

- avaliar todo o poder matemático dos alunos


- comparar o desempenho dos alunos com os critérios estabelecidos

- apoiar os professores e confiar nas suas apreciações informadas

- tornar o processo de avaliação público, participado e dinâmico

- proporcionar aos alunos múltiplas oportunidades para demonstar todo o seu poder matemático

- desenvolver uma visão partilhada sobre o que deve, e como deve, ser avaliado

- utilizar os resultados da avaliação para garantir que todos os alunos tenham oportunidade para atingir o seu potencial

- integrar a avaliação com o currículo e com o ensino

- basear as inferências em fontes múltiplas de evidência

- encarar os alunos como participantes activos no processo de avaliação

- entender a avaliação como um processo contínuo e recorrente

- responsabilizar todos os interessados na aprendizagem da Matemática pelos resultados da avaliação

- avaliar apenas o conhecimento dos alunos sobre factos específicos e destrezas isoladas

- comparar os desempenhos de uns alunos com os outros

- estabelecer sistemas de avalação "à prova de professores"

- desenvolver um processo de avaliação secreto, exclusivo e rígido

- restringir os alunos a uma forma única de demonstrar o seu conhecimento matemático


- desenvolver a avaliação isoladamente


- usar a avaliação para filtrar e negar aos alunos a oportunidade de aprender matemática


- tratar a avaliação como independente do currículo e do ensino

- basear as inferências em fontes de evidência restritas ou única

- encarar os alunos como objectos de avaliação


- encarar a avaliação como esporâdica e conclusiva

- responsabilizar apenas alguns pelos resultados da avaliação


Normas para a Avaliação em Matemática Escolar
(NCTM, 1995)

 

 

© Mário Jorge da Silva Lima 2002