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- avaliar todo o
poder matemático dos alunos
- comparar o desempenho dos alunos com os critérios
estabelecidos
- apoiar os
professores e confiar nas suas apreciações informadas
- tornar o processo
de avaliação público, participado e dinâmico
- proporcionar aos
alunos múltiplas oportunidades para demonstar todo o seu poder matemático
- desenvolver uma
visão partilhada sobre o que deve, e como deve, ser avaliado
- utilizar os
resultados da avaliação para garantir que todos os alunos tenham
oportunidade para atingir o seu potencial
- integrar a avaliação
com o currículo e com o ensino
- basear as inferências
em fontes múltiplas de evidência
- encarar os alunos
como participantes activos no processo de avaliação
- entender a avaliação
como um processo contínuo e recorrente
- responsabilizar
todos os interessados na aprendizagem da Matemática pelos resultados da
avaliação
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- avaliar apenas o
conhecimento dos alunos sobre factos específicos e destrezas isoladas
- comparar os
desempenhos de uns alunos com os outros
- estabelecer
sistemas de avalação "à prova de professores"
- desenvolver um
processo de avaliação secreto, exclusivo e rígido
- restringir os
alunos a uma forma única de demonstrar o seu conhecimento matemático
- desenvolver a avaliação isoladamente
- usar a avaliação para filtrar e negar aos alunos a
oportunidade de aprender matemática
- tratar a avaliação
como independente do currículo e do ensino
- basear as inferências
em fontes de evidência restritas ou única
- encarar os alunos
como objectos de avaliação
- encarar a avaliação
como esporâdica e conclusiva
- responsabilizar
apenas alguns pelos resultados da avaliação
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