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Nos
parques zoológicos naturais, é habitual os guias dizerem quantos
animais de uma dada espécie lá vivem. Mas, como é que eles sabem?
Certamente, não os contam todos! De facto, os cientistas usam um método
para estimar o número de animais de uma determinada espécie.
Vamos
realizar uma experiência idêntica a esse método. Para isso, deves
integrar um grupo de trabalho e seguir as seguintes etapas:
·
Um dos elementos do grupo recorta uma quantidade superior a 100
fitas de cor azul e coloca-as num saco. Não interessa saber o número
exacto de fitas.
·
Entretanto, outro elemento do grupo recorta uma quantidade
inferior de fitas de cor vermelha.
·
A seguir, devem retirar um punhado de fitas (azuis) do saco.
Contem-nas e coloquem o mesmo número de fitas vermelhas no saco.
·
Agitem o saco e retirem outro punhado de fitas. Contem quantas
retiraram e, destas, quantas são vermelhas.
·
Copiem a seguinte proporção, substituam os valores conhecidos e
resolvam-na:
·
Qual o número total de fitas no saco?
·
Repitam esta experiência cinco vezes. Obtêm sempre o mesmo
resultado?
·
Calculem a média do número total de fitas no saco que obtiveram
nas cinco experiências.
·
Comparem os resultados do vosso grupo com os dos outros grupos da
turma. Que observas?
·
Qual será uma boa estimativa para o número total de fitas no
saco? Porquê?
Este
método permite aos cientistas calcular o número de ursos num parque
nacional, o número de peixes num lago, o número de pássaros numa
reserva, e assim sucessivamente.
Adaptado
de WLME
(NCTM, 2000)
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