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MATEMÁTICA SEM FRONTEIRAS
PROJECTO NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIÊNCIA VIVA III
DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA,
1. Âmbito 2. Objectivos 3. Especificação das actividades 4. Calendarização 5. Selecção das Equipas e Classificações 6. Prémios 7. Disposições Finais
1. Âmbito O projecto Matemática sem Fronteiras é uma iniciativa, levada a cabo no âmbito do Programa Ciência Viva III, com a colaboração da Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, que pretende contribuir para a renovação da imagem da Matemática junto dos alunos do 3º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
2. Objectivos O projecto visa, em particular:
3. Especificação das Actividades São três as componentes do projecto:
O projecto decorrerá em três fases (Fase preparatória, Fase de Escola, Fase Final) que a seguir se caracterizam.
Em cada escola, o respectivo dinamizador do projecto constituirá uma Comissão Organizadora, formada no mínimo por 2 professores de Matemática da escola, que se encarregará por:
Por sua vez, a Equipa Coordenadora terá como funções:
Em cada escola, cada equipa resolverá, como actividade extra-curricular, as duas Aventuras Matemáticas propostas pela Equipa Coordenadora do projecto, e apresentará as suas resoluções por escrito. Cada Comissão Organizadora tem a seu cargo:
Por sua vez, a Equipa Coordenadora do projecto responsabilizar-se-á por:
Em 22 de Maio (data a confirmar oportunamente), a Equipa Coordenadora do Projecto organiza a Final das Aventuras Matemáticas, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (ou noutro local com melhores condições), na qual participam as equipas seleccionadas em cada escola. Em paralelo, será organizada a exposição Viagem ao Mundo da Matemática, no Salão Nobre da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Para concluir as actividades do projecto, a Equipa Coordenadora elaborará o relatório final do mesmo que deverá ser enviado ao Program Ciência Viva até 31 de Outubro de 1999. Por tal motivo será desejável que, em cada Escola, a respectiva Comissão Organizadora apresente até 60 dias após o termo das actividades do projecto, um relatório, incluindo, em particular, reacções e comentários de professores e alunos ao mesmo, fotografias das actividades desenvolvidas, e, quando aplicável, apoios obtidos.
5. Selecção das Equipas e Classificações As equipas (pelo menos três do Ensino Básico e três do Ensino Secundário) a estarem presentes na Final nas Escolas serão seleccionadas, pelo Júri de Escola, tendo em conta as seguintes condições:
As duas equipas (uma do Ensino Básico e outra do Ensino Secundário) a estarem presentes na Final a realizar na Faculdade de Ciências serão seleccionadas tendo em conta a soma das pontuações obtidas nas várias actividades matemáticas constantes da Final nas Escolas. Em caso de igualdade pontual, será seleccionada a equipa que tiver obtido a pontuação mais elevada numa das actividades matemáticas levadas a cabo; se a igualdade persistir, recorrer-se-á a um processo de escolha aleatório. Por sua vez, na Final da Faculdade de Ciências, serão seleccionadas duas equipas (uma do Ensino Básico e uma do Ensino Secundário) que serão consideradas as vencedoras das Aventuras Matemáticas, havendo igualmente destaque para as duas equipas que ficarem em segundo lugar. A selecção é feita, por um Júri constituído pelos Dinamizadores de todas as Escolas participantes, e presidido pela Coordenadora do projecto, tendo em conta a soma das pontuações obtidas nas várias actividades matemáticas constantes dessa mesma Final. Em caso de igualdade pontual entre duas ou mais equipas, far-se-á a ordenação tendo em consideração as pontuações obtidas nas actividades matemáticas levadas a cabo nessa Final, considerando-se seleccionada a equipa que tiver obtido a pontuação mais elevada numa dessas actividades; se a igualdade persistir, recorrer-se-á a um processo de escolha aleatório. As pontuações atribuídas a cada equipa nas várias Aventuras Matemáticas terão como base parâmetros e grelhas de classificação específicos para cada uma dessas Aventuras, os quais serão estabelecidos pela Equipa Coordenadora do projecto.
6. Prémios Na Fase de Escola, são atribuídos quatro prémios (jogos, livros) às equipas (do 3º ciclo do ensino básico, e do ensino secundário) que, na respectiva Final das Aventuras Matemáticas, fiquem nos dois primeiros lugares. Igualmente, na Fase Final, na Faculdade de Ciências, são atribuídos prémios (taças) às equipas finalistas (do 3º ciclo do ensino básico, e do ensino secundário) que fiquem nos dois primeiros lugares. A todos os participantes na Final da Fase Final na Faculdade de Ciências será oferecido um boné com o logotipo do projecto e uma medalha simbólica da sua participação em tal evento. Finalmente, serão atribuídos dois prémios (taças) no âmbito do concurso Viver a Matemática, às duas propostas que forem julgadas por um Júri de Selecção, presidido pela Coordenadora do projecto.
Em todas as acções levadas a cabo pela Escola em conexão com o projecto Matemáticasem Fronteiras deve ser expressa menção de terem sido as mesmas integradas no referido projecto, e que este é apoiado financeiramente pelo Programa Ciência Viva, do Ministério da Ciência e Tecnologia, com a coloboração da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, e coordenado pela Equipa constituída por Cândida Queiroz Moreira (coordenadora), Ana Carla Rodrigues, Antonieta Costa, Constança Silva e Maria do Rosário Contente. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Equipa Coordenadora do projecto.
6 de Março de 1999 |